Notícias

" Julgo que seria o tempo de implementar, plenamente, um processo clínico electrónico único para cada paciente"

A saúde mental foi a terceira opção de Carla Barbosa, não por falta da afinidade ao tema, mas sim por trabalhar na área das tecnologias de informação e acreditar que essa comissão lhe seria mais próxima. Até à data a alteração forçada de planos não a tem desiludido em nada. Para isso ajuda o facto de “grupo de trabalho ser muito bom” e ser “uma área desafiante por haver muito pouco feito”. Garante que o HPP tem sido uma aprendizagem constante

O que a querer participar neste projeto?

A vontade de tentar contribuir para a mudança num setor vital, através de um projeto que é multidisciplinar e que, nessa medida, parte de realidades e vivências muito distintas. Logo, a vontade de mudar, de através de políticas de saúde criar confiança no setor da saúde mas, também, o forte desejo de aprender.

Em que medida a sua experiência pessoal é uma mais-valia para o Health Parliament?

Na perspetiva da experiência profissional a formação base em direito aliada a uma posterior especialização em direito da saúde é essencial para a elaboração de propostas de políticas de saúde. A isto acresce o conhecimento da realidade dos gestores na área da saúde, dos profissionais de saúde, dos pacientes de outros atores do palco da saúde que nos enriqueceu não só pessoal como também profissionalmente e que permite aliar uma perspetiva teórica a uma perspetiva prática.

Qual é a melhor característica da Saúde em Portugal? E a pior?

A qualidade da saúde é sem dúvida um elemento diferenciador. Quer o setor público quer o setor privado oferecem serviços de saúde de excelência. A esta caraterística deveremos associar, obviamente, o facto de possuirmos um Serviço Nacional de Saúde tendencialmente gratuito o que permite, em abstrato, um acesso aos cuidados de saúde por parte de toda a população.

Quanto à pior caraterística julgo que há uma gestão deficiente dos recursos existentes. De facto, existem excelentes exemplos de gestão de recursos. No entanto, julgo, que na grande maioria dos casos isso não acontece o que leva ao desperdício e à alocação indevida de fundos em determinados setores quando seriam necessários outros.

Dê uma ideia concreta para aplicar na Saúde

Tenho várias. Umas de mais fácil concretização que outras. Partindo de um dos temas específicos do Health Parliament Portugal julgo que seria o tempo de implementar, plenamente, um processo clínico electrónico único para cada paciente (seja este acompanhado no setor público ou privado, no Norte, Centro ou Sul do país). A que, não posso deixar de acrescentar, considerando que falamos de dados de saúde, um acesso mais facilitado (salvaguardando, contudo, as medidas de proteção dos dados pessoais dos doentes) a esses dados de saúde para o desenvolvimento, essencial, da investigação em saúde.

O que a querer participar neste projeto?

A vontade de tentar contribuir para a mudança num setor vital, através de um projeto que é multidisciplinar e que, nessa medida, parte de realidades e vivências muito distintas. Logo, a vontade de mudar, de através de políticas de saúde criar confiança no setor da saúde mas, também, o forte desejo de aprender.

Em que medida a sua experiência pessoal é uma mais-valia para o Health Parliament?

Na perspetiva da experiência profissional a formação base em direito aliada a uma posterior especialização em direito da saúde é essencial para a elaboração de propostas de políticas de saúde. A isto acresce o conhecimento da realidade dos gestores na área da saúde, dos profissionais de saúde, dos pacientes de outros atores do palco da saúde que nos enriqueceu não só pessoal como também profissionalmente e que permite aliar uma perspetiva teórica a uma perspetiva prática.

Qual é a melhor característica da Saúde em Portugal? E a pior?

A qualidade da saúde é sem dúvida um elemento diferenciador. Quer o setor público quer o setor privado oferecem serviços de saúde de excelência. A esta caraterística deveremos associar, obviamente, o facto de possuirmos um Serviço Nacional de Saúde tendencialmente gratuito o que permite, em abstrato, um acesso aos cuidados de saúde por parte de toda a população.

Quanto à pior caraterística julgo que há uma gestão deficiente dos recursos existentes. De facto, existem excelentes exemplos de gestão de recursos. No entanto, julgo, que na grande maioria dos casos isso não acontece o que leva ao desperdício e à alocação indevida de fundos em determinados setores quando seriam necessários outros.

Dê uma ideia concreta para aplicar na Saúde

Tenho várias. Umas de mais fácil concretização que outras. Partindo de um dos temas específicos do Health Parliament Portugal julgo que seria o tempo de implementar, plenamente, um processo clínico electrónico único para cada paciente (seja este acompanhado no setor público ou privado, no Norte, Centro ou Sul do país). A que, não posso deixar de acrescentar, considerando que falamos de dados de saúde, um acesso mais facilitado (salvaguardando, contudo, as medidas de proteção dos dados pessoais dos doentes) a esses dados de saúde para o desenvolvimento, essencial, da investigação em saúde.