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A inovação e valor em saúde precisa das suas respostas

A comissão de Inovação e Valor em Saúde do Health Parliament Portugal lançou uma sondagem para saber o que mudou, durante a pandemia, no acesso às práticas e terapêuticas inovadoras que podem salvar vidas. A sua participação pode também fazer a diferença

Tiago Oliveira

Jornalista

A covid-19 continua a expandir-se por todo o mundo e obrigou as autoridades de saúde a uma série de medidas que nunca antes tinham sido tomadas. Os desafios encontram-se em mutação constante e, se há áreas que sofreram, outras aceleraram com o advento da pandemia. É o caso da inovação, que ganhou destaque como forma de combate e suscitou muitas discussões quanto à velocidade com que se traduz em melhores tratamentos, e o que isso significa para a qualidade dos serviços de saúde.

Altura, então, ideal para ver como é que o acesso à inovação evoluiu ao longo da pandemia em Portugal, como pretende a comissão de Inovação e Valor em Saúde do Health Parliament Portugal. Sob o mote “Queremos ouvir a sua opinião", os deputados deste grupo lançaram uma sondagem que conta com a participação de todos (sejam ou não sejam "profissionais de saúde") para traçar o retrato desta componente do sector da saúde.

"Estamos conscientes de que a fase que vivemos é uma fase muito propensa à inovação em saúde", aponta o coordenador da comissão, Márcio Lavrador, que explica a sondagem como uma forma de perceber se "existem pontos de melhoria que poderão ser trabalhados para produzir conclusões e suprir necessidades neste campo".

Será que a experiência com a inovação está a ser positiva, ou será que quem vive num distrito tem mais acesso a certas inovações do que quem vive noutro distrito, são algumas das questões que os deputados esperam ver respondidas até 15 de setembro, data-limite para participar na sondagem (basta clicar AQUI).

O questionário vai ser também diretamente enviado a "organizações de saúde, hospitais, municipios, ordens profissionais e organizações de doentes" para contar com um conjunto de respostas o mais alargado possível. É a "oportunidade para dar voz a todos os que precisam dessa inovação", garante Márcio Lavrador. De "forma anónima", faz questão de acrescentar.

Disponível desde 11 de agosto, o inquérito já conta com mais de 200 respostas e os responsáveis esperam que seja uma ferramenta útil para "medir como a inovação está a ser utilizada" em todas as dimensões do sector da saúde, do doente ao administrador hospitalar. Por isso nunca é demais lembrar que os deputados contam consigo. Clique AQUI e dê o seu contributo